Mostra CineTrabalho em Araraquara

BILFF-FCLAr-Poster-20.06

Mostra CineTrabalho Itinerante
The Brazilian International Labour Film Festival

20 de Junho a 12 de Julho de 2016
Anfiteatro B
Faculdade de Ciências e Letras
Universidade Estadual Paulista – UNESP
Araraquara, São Paulo, Brasil

O Cine Campus e a Comissão editorial da “Cadernos de Campo: revista de Ciências Sociais” convidam a todas e todos para participarem do Lançamento da Mostra Cine Trabalho Itinerante, que ocorrerá dia 20 de junho, às 17h, no anfiteatro B da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, campus Araraquara. Em seguida, teremos o evento de Lançamento da edição nº 20 da Cadernos de Campo: revista de Ciências Sociais, organizada pelos discentes do Programa de Pós-graduação em Ciências Socais, o tema do Dossiê é: ‘Labor, poiesis e práxis: as (re)configurações do mundo do trabalho’.

Participem!

 


1a. Sessão – Segunda-feira, 20 de junho | 17h00 | Anfiteatro B


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O LUCRO ACIMA DA VIDA

Nic Nilson
Brasil, 2014, Ficção, 90 minutos
Tês amigos, juntos com os trabalhadores da Shell e com ajuda de organizações civis, estão lutando há 12 anos contra tudo e contra todos para conseguir uma vitória para todos. Baseado na história real da poluição do meio ambiente, na morte de mais de 70 pessoas e a contaminação de centenas de ex-trabalhadores causada pela Shell. A história da ganância desenfreada de empresas que só pensam no lucro sem levar em conta o valor da vida humana. A empresa não é Deus. Pessoas não são descartáveis. O lucro não está acima da vida!


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SRY BSY

Verena Westphal
Alemanha, 2015, Animation, 4 minutos
sry bsy – sem tempo para nada. Nem mesmo para a ortografia na íntegra das palavras “sorry” e “busy” (desculpe, ocupado)… Esta animação digital em 2D é sobre obsessões, compulsões e a pressão de manter-se com os desafios da vida moderna de trabalho. Ao combinar um senso de humor negro com elementos absurdos, SRY BSY é divertido e perturbador ao mesmo tempo.


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SANGRIA

Eduardo Di Deus
Brasil, 2015, Documentário, 12 minutos
O interior de São Paulo produz hoje mais da metade da borracha natural no Brasil. Sangria é uma imersão na prática de diferentes sangradores. Um convite a experimentar um percurso possível na rotina destes seringueiros paulistas.


2a. Sessão – Quinta-feira, 23 de junho | 09h00 | Anfiteatro B


Debatedoras: Profa. Dra. Silvia Adoue e Profa. Dra. Maria Orlanda Pinassi

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DUBLÊ DE ELETRICISTA

Benedito Maia e Carlos Machado
Brasil, 2015, Documentário, 21 minutos
Através de depoimentos de trabalhadores, o documentário “Dublê de Eletricista” revela o que está por tras do processo de terceirização no setor elétrico brasileiro.


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PEQUENA CASA GRANDE SENZALA

Rosalvo Neto
Brasil,  2003,  Documentário, 6 minutos
“Pequena Casa Grande Senzala” é um documentário que demonstra a dura realidade da trabalhadora doméstica, através de depoimentos que contextualiza essa condição.


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O TREM NOSSO DE CADA DIA

Ester Vieira, Fernanda Callefo, Nádia Mathias, Priscila Virgínio
Brasil,  2008,  Documentário, 20 minutos
O trem por seus usuários. O documentário explora os conflitos cotidianos de quem depende deste meio de transporte para sobreviver.


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NO RITMO DAS ÁGUAS

Josinete Pereira Lima, Maria Cristina Maneschy, Ilma Bittencourt
Brasil,  2002,  Documentário, 21 minutos
Nas áreas ribeirinhas e costeiras da Amazônia, os trabalhos das mulheres envolvem saberes e práticas muito variadas, com o uso de recursos naturais aquáticos e terrestres. Nas tarefas de prover os cuidados do lar, lá estão elas de novo, na batalha diária. Ao iniciar o novo milênio, muitas mulheres estão participando de associações comunitárias e profissionais. Buscam qualificação técnica e melhoria de vida para os seus. Este vídeo retrata a trajetória de mulheres na zona rural paraense.


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BOM DIA, MEU NOME É SHEILA OU COMO TRABALHAR EM TELEMARKETING E GANHAR UM VALE-COXINHA

Angelo Defanti
Brasil,  2009,  Documentário/Ficção, 17 minutos
Fagner vendia planos de saúde pelo telefone usando a lista de assinantes do Rio de Janeiro. Valéria trabalha há 19 anos numa das maiores centrais de teleatendimento do país.


3a. Sessão – Quinta-feira, 23 de junho | 11h00 | Anfiteatro B


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BAGAÇO

Maria Luisa Mendonça, Talles Gomes
Brasil,  2006,  Documentário, 25 minutos
O documentário mostra a realidade de trabalhadores(as) na indústria da cana em Pernambuco; o dia-a-dia, as violações de direitos, a destruição ambiental e a inviabilidade de um modelo de produção baseado no latifúndio e na exploração do trabalho.


4a. Sessão – Quinta-feira, 23 de junho | 14h30 | Anfiteatro B


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1a. CONCLAT (CONFERÊNCIA NACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA)

Adrian Cooper
Brasil, 1982, Documentário, 29 minutos
Praia Grande, litoral paulista, agosto de 1981: milhares de trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo reúnem-se pela primeira vez, durante a ditadura militar, para discutirem organizadamente a situação política, econômica e social do Brasil, bem como reivindicações trabalhistas e a criação de uma central sindical única. Depoimentos, discussões e divergências entre os sindicalistas são intercalados com imagens de participantes vindos de diversos rincões do Brasil, sendo que muitos, pela primeira vez, interagem com o mar. Um documentário histórico sobre a 1ª Conferência Nacional da Classe trabalhadora – Conclat, que registrou para as futuras gerações o enfrentamento pacífico daqueles homens e mulheres, opositores ao regime de exceção.


5a. Sessão – Quinta-feira, 23 de junho | 20h00 | Anfiteatro B


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ANTIGAMENTE

Sérgio Santeiro
Brasil,  2011,  Ficção, 6 minutos
A voz encantadora das ruas diz o que sente.


6a. Sessão – Sexta-feira, 24 de junho | 09h00 | Anfiteatro B


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JOVENS PROFESSORES PRECÁRIOS

Selma Venco, Victor Moriyama
Brasil, 2014, Documentário, 24 minutos
O vídeo é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada junto a professores da rede estadual paulista e visa retratar a precariedade nas relações de trabalho presente na política educacional e as condições de trabalho à luz de depoimentos de jovens professores da educação básica.


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A SAGA DE MARIA ANTÔNIA

Alexandre Estevanato
Brasil,  2011,  Ficção, 19 minutes
Uma mulher com seus sete filhos, vai para o Estado de São Paulo tentar uma vida mais digna e um futuro melhor para sua família. Diante o peso do trabalho diário, seu refugio acaba sendo, além dos filhos, a sua viola. Ela toca viola para os filhos dormirem e ao mesmo tempo se regozija ao som de seu instrumento, que vem de outras gerações de sua família. Uma realidade em que para comer é preciso sofrer e para viver é necessário sonhar.


7a. Sessão – Sexta-feira, 24 de junho | 14h00 | Anfiteatro B


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EDUCADORES POPULARES. QUEHACERES Y DESAFÍOS

Caudia Figari, Marcelo Hernández
Argentina,  2011,  Documentário, 34 minutos
El relato de este video-proceso se construye a partir del trabajo en talleres que contaron con la participación de educadores populares junto a docentes y estudiantes de la universidad (UNLu), espacios que favorecieron la reflexión y producción colectiva acerca del sentido de la educación popular, el rol de los educadores y los vínculos entre las políticas públicas y las organizaciones que movilizan diversas experiencias.


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SRY BSY

Verena Westphal
Alemanha, 2015, Animation, 4 minutos

sry bsy – sem tempo para nada. Nem mesmo para a ortografia na íntegra das palavras “sorry” e “busy” (desculpe, ocupado)… Esta animação digital em 2D é sobre obsessões, compulsões e a pressão de manter-se com os desafios da vida moderna de trabalho. Ao combinar um senso de humor negro com elementos absurdos, SRY BSY é divertido e perturbador ao mesmo tempo.


8a. Sessão – Segunda-feira, 27 de junho | 09h00 | Anfiteatro B


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ATOTÔ

Bruno Laet
Brasil, 2015, Ficção, 16 minutos
Nasce Wladimir, filho de Valdemar, um modesto coveiro. O pai transmite ao filho o estranho ofício, tradição familiar, de cavar a própria cova que lhe servirá de lápide. No cumprimento desse valor espiritual, o tempo é despendido entre pai e filho.


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LEITURA DE BARRACO

Cid Machado
Brasil,  2009,  Documentário, 20 minutos
O documentário “Leitura de Barraco” apresenta depoimentos sobre a construção de uma biblioteca itinerante no assentamento rural Mário Lago onde vivem cerca de trezentas famílias de integrantes do MST. Os livros, ao invés de ficarem estaticamente ordenados nas prateleiras de uma biblioteca, são dispostos em caixotes de hortaliças e legumes e circulam pelos núcleos de barracos dos camponeses semeando a leitura e a colheita nos é dada em histórias de vida enriquecidas pelas histórias dos livros.


9a. Sessão – Segunda-feira, 27 de junho | 14h00 | Anfiteatro B


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PARATODOS

Sérgio Santeiro
Brasil,  2007,  Documentário, 10 minutos
Discurso ao Conselho Universitário contra a privatização do Canal Universitário e o desmonte do audiovisual na Universidade Federal Fluminense.


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A MELHOR IDADE

Angelo Defanti
Brasil,  2012,  Ficção, 14 minutos
Meu nome é Antenor, tenho 70 anos e uma ferida na perna. Tive que escolher entre o remédio pra diabetes e a mensalidade de TV de cabo. Escolhi a TV. Aos setenta anos, quem precisa de pernas?


10a. Sessão – Segunda-feira, 27 de junho | 20h00 | Anfiteatro B


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RELAÇÕES DE TRABALHO NO PORTO CAIUÁ

Alessandra B. Chaves
Brasil,  2011,  Documentário, 23 minutos
Comunidade de pescadores, do interior do Mato Grosso do Sul, luta por sua sobrevivência tendo como alternativa o desenvolvimento sustentável.


11a. Sessão – Terça-feira, 28 de junho | 09h00 | Anfiteatro B


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CASO SHELL: O LUCRO ACIMA DA VIDA

Denise Simeão
Brasil,  2009,  Documentário, 26 minutos
O vídeo trata o caso de contaminação promovido pela empresa Shell/Basf no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulílina-SP. Os efeitos sobre trabalhadores e moradores e sua luta pelo direito à saúde são retratados em depoimentos marcantes.


12a. Sessão – Terça-feira, 28 de junho | 14h00 | Anfiteatro B


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TÁ ACABANDO!

Francisco Eduardo Alves Crispim
Brasil, 2015, Documentário, 13 minutos
Uma das tradições culturais mais marcantes do Nordeste, as feiras, vêm perdendo, espaço e força diante do crescimento das cidades. No interior do Piauí, feirantes e frequentadores de feiras, falam sobre essa realidade, os costumes, e até onde vai a paixão e a luta para não deixar essa tradição essa acabar.


13a. Sessão – Terça-feira, 28 de junho | 20h00 | Anfiteatro B


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NUVENS DE VENENO

Beto Novaes
Brasil, 2013, Documentário, 23 minutos
A nuvem se espraia pelas plantações. Em vez de molhar, seca. Ela não traz a chuva, traz o veneno. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de soja, algodão, milho e também um dos maiores consumidores de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Nuvens de veneno expõe as preocupações com as consequências do uso desses agroquímicos no ambiente, especialmente, na saúde do trabalhador. Um documentário revelador que faz refletir sobre a forma que crescemos e sobre o tipo de desenvolvimento que queremos.


14a. Sessão – Quarta-feira, 29 de junho | 09h00 | Anfiteatro B


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COROAS

Isaac Donato e Marília Cunha
Brasil, 2015, Documentário, 14 minutos
Na maré baixa, pés no mangue. Na maré alta, muito samba no pé. O documentário “Coroas” retrata o cotidiano das marisqueiras e pescadores da terceira idade. O filme revela as tradições orais da cultura popular, através do “Voa Voa Maria”, grupo de samba de roda da Ilha de Vera Cruz, na Bahia.


15a. Sessão – Quarta-feira, 29 de junho | 14h00 | Anfiteatro B


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DIÁRIO DE CLASSE

Epitácio Macário
Brasil,  2011,  Documentário, 20 minutos
Carência de professores, rebaixamento salarial, falta de bibliotecas e estrutura sucateada… Foram esses os fatos que levaram estudantes e professores a heróicas greves entre 2005 e 2008 na Universidade Estadual do Ceará.


16a. Sessão – Terça-feira, 05 de Julho | 19h00 | Exibição pública no Bairro Yolanda Opice


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AS ANDORINHAS. NEM CÁ. NEM LÁ.

Maria Aparecida de Moraes Silva
Brasil,  1990,  Documentário, 40 minutos
Esta produção foi baseada na pesquisa sobre a situação social dos camponeses migrantes do Vale do Jequitinhonha/MG para a região de Ribeirão Preto/SP, para o trabalho no corte da cana e colheita do café no início de 1990. Trata-se de uma história de migração forçada, história de corpos marcados de histórias, captadas pela imagem em dois espaços tempos: lá o mundo da gente e cá o mundo que não é da gente. Retrata também a moradia coletiva e sem as mínimas condições de sobrevivências, levando uma vida pior do que os trabalhadores do corte de cana que moram no local.


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BAGAÇO

Maria Luisa Mendonça, Talles Gomes
Brasil,  2006,  Documentário, 25 minutos
O documentário mostra a realidade de trabalhadores(as) na indústria da cana em Pernambuco; o dia-a-dia, as violações de direitos, a destruição ambiental e a inviabilidade de um modelo de produção baseado no latifúndio e na exploração do trabalho.


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MIGRANTES

Beto Novaes, Francisco Alves, Cleisson Vidal
Brasil,  2007,  Documentário, 45 minutos
“Migrantes” é um documentário que retrata as condições de trabalho e vida dos trabalhadores do Nordeste nos canaviais das modernas usinas paulistas e os motivos que os levam a migrarem de suas terras para submeterem-se a um trabalho árduo, penoso, arriscado no corte da cana. Nos canaviais eles ficam sujeitos a uma nova disciplina e submetidos a um ritmo de trabalho que os colocam no limite de suas capacidades físicas: são obrigados a cortarem, no mínimo, 10 toneladas de cana/dia para permanecerem empregados. A produtividade aumentou, as dificuldades no trabalho também, os ganhos continuam insuficientes. Mesmo assim estes trabalhadores, super-homens da produção, migram por necessidade. A realidade destes trabalhadores do agronegócio da cana é desafiadora para a sociedade e autoridades brasileiras. Como reverter esta situação? Este é o maior desafio que o vídeo documentário coloca em cena.


17a. Sessão – Quinta-feira, 07 de Julho | 19h00 | Exibição pública no Bairro Parque São Paulo


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BOCA NO LIXO

Lígia Benevides, Marcela Borela
Brasil,  2007,  Documentário, 19 minutos
Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade. Varredores de rua e coletores de lixo domiciliar abrem suas bocas para falar sobre o trabalho de limpeza urbana que executam e sobre a problemática do lixo, na qual estão diretamente inseridos.


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HOMEM SEM SONHO

Cainan Tavares
Brasil, 2013, Ficção, 23 minutos
José é um pobre, homem misterioso, que trabalha em uma plantação de cana-de-açúcar. Um dia, após um desmaio, ele descobre que as máquinas tomaram o seu emprego. Sem teto e sem dinheiro, ele vai para o centro urbano e tentar viver coletando materiais recicláveis. A solidão e a falta de esperança de um homem que foi ignorado pela sociedade.


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JOSÉ ALCIDES DA SILVA

Dori Otoni, Eduardo Bernard, Karla Viana, Marcus Tulius
Brasil,  2006,  Documentário, 18 minutos
José Alcides da Silva é um catador de materiais recicláveis, que trabalha nesta profissão há mais de 20 anos, com sua família. Ele lê jornais, acompanha o trabalho dos vereadores e como muitos catadores é um cidadão que tem esse trabalho informal por falta de opção. “É um trabalho em que a gente se suja, mas toma um banho e fica limpo”.


18a. Sessão – Terça-feira, 12 de Julho | 19h00 | Exibição pública no Bairro Selmi Dei


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DEUS LHE PAGUE

Raylka Franklin
Brasil,  2009,  Ficção, 13 minutos
O cotidiano de um carpinteiro contado a partir de seus sonhos, anseios, fetiches e de seu trabalho. Este permeado pela exploração e expropriação. Casa, família, trabalho e um objetivo quase perdido.


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CORRENTES

Caio Cavechini, Ivan Paganotti
Brasil,  2005,  Documentário, 58 minutos
“Correntes” parte da luta dos abolicionistas contemporâneos para descrever a trajetória dos trabalhadores escravizados na fronteira agrícola brasileira.


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FOI ATRAVÉS DA NECESSIDADE – DRAMATURGIAS DA AUTONOMIA 2

Ana Lúcia Feraz
Brasil,  2003,  Documentário, 20 minutos
“Foi através da necessidade” acompanha a história de um grupo de trabalhadores sem teto em Osasco (SP), que se defronta com o Estado em sua luta pelo direito à moradia.


Locais


Anfiteatro B

FCLAr – Faculdade de Ciências e Letras
Universidade Estadual Paulista – UNESP
Rod. Araraquara-Jaú Km 1 – Bairro Machados
14800-901 – Araraquara, São Paulo, Brasil
PABX: (16) 3334-6200

http://www.fclar.unesp.br/

 

As exibições públicas serão realizadas nos Bairros Selmi Dei, Parque São Paulo e Yolanda Opice.

 


Equipe Organizadora


A Mostra CineTrabalho Itinerante é organizada pelo Grupo de Extensão Cine Campus (FCLAr – UNESP), sob a coordenação da Profª. Drª. Fabiane Renata Borsato.

Membros da equipe:

Ane Beatriz Barreto Cruz
Antônio Ramon
Carla Cristiane Rojas Montero
Heloísa Ribeiro
Juliana Potenza
Laura Pimentel Barbosa
Lucas Siqueira de Carvalho
Pierina Bergamasco
Vinícius Felizatti

 


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